Nome DA ATIVIDADE

Descubra a Ilha de Santo Aleixo (Full day)

Local

Ilha de Santo Aleixo, Pernambuco, Brasil

Dificuldade Física

Leve

Dificuldade Técnica

Fácil

Dia a Dia

09:00 Barra de Sirinhaém; 09:30 Travessia para ilha; 10:00 Ilha de Santo Aleixo; 15:00 Retorno.

Experiências

Trilha (hiking), banho de mar nas piscinas naturais, snorkeling e relax

Para quem?

Para pessoas apaixonadas por mar e sol que queiram viver uma experiência de cultura e aventura na Ilha de Santo Aleixo

Valor



Esta é uma vivência de educação ambiental e ecologia voltada para estudantes de ensino médio e universitários.
Nela vamos descobrir a Ilha de Santo Aleixo por meio de uma trilha ao seu entorno.
A ilha de Santo Aleixo fina no litoral sul de Pernambuco, próximo a Porto de Galinhas e pertence ao município de Sirinhaém.
Nela conheceremos sua história, suas 3 praias, seu pico mais alto, sua bancada de coral, sua formação geológica, sua fauna, flora, os hábitos culturais da comunidade de pescadores local, seu mar de dentro, mar de fora e suas piscinas naturais.
Será um dia de aula vivencial com aventura, consciência ecológica e bem estar nesta ilha continental de característica vulcânica.

Ilha de Santo Aleixo;
Travessia de lancha;
trilha (hiking) na ilha;
Explanações sobre biologia, geologia, ecologia e história da Ilha;
banho de mar nas piscinas naturais;
snorkeling;
passeio de caiaque (opcional no fim do rôle);
relax.

Cronograma

09:30 Chegada a Barra de Sirinahém
10:00 Travessia para Ilha de Santo Aleixo com a Preserve Natureza Tour (Operadora turística credenciada)
10:30 Desembarque na Ilha de Santo Aleixo - início da trilha ecopedagógica ao entorno da ilha de Santo Aleixo;  
14:30 Término da Trilha ecopedagógica
15:00 Desembarque Barra de Sirinahem – retorno Recife
17:00 Chegada Recife


Informações técnicas sobre a Trilha:   
Trilha de 3km (circuto)   
Tempo médio/total de duração: 4hr   
Altitude parte do nível do mar e chega aos 18 metros de altitude
Nível técnico fácil, mas requer atenção.
Nível físico fácil, mas requer algum preparo físico
Temperatura média: 26 graus   
Roupa da Trilha: Fardamento de educação física da escola, roupa de banho por baixo e tennis
O que levar: Mochila, protetor solar, toalha, sandália, roupas secas para a volta, água, lanche (não será servido almoço) e remédios de costume.
Tipo de calçado: Tenis 

Descrição da Trilha:
O inicio da trilha se dá no Ponto 1 da Imagem – local de desembarque e embarque das embarcações. Neste ponto abordaremos brevemente a história de Santo Aleixo desde tempos de Brasil colônia a hoje em dia.
O terreno da trilha é praia e rocha, ao longo da mesma vamos realizando paradas técnicas para demonstrar espécies terrestres e marítimas vegetais e animais características da ilha, uma aula vivencial sobre a mesma, que transita pelas disciplinas de história, biologia (educação ambiental e ecologia) e geografia.
Após sair da praia e caminhar sobre as primeiras rochas do trajeto, faremos uma parada no Ponto 2 – nele serão abordados os Recifes de coral, sua flora e fauna marinha. As espécies que ai encontraremos, identificaremos e abordaremos. Em geral são vistos diversas espécies de peixes, moluscos, crustáceos, cnidários e algas.
A caminhada segue e no Ponto 3 se abordará o tema das marés, sua oscilação e sua influência sobre a ilha. No Ponto 4 ocorrerá a parada mais duradoura, nela vamos adentrar em uma piscina de coral (profundidade max de 1,5 metros) e observaremos a vida marinha ai existente. Ao Sair da piscina, já na praia, conduziremos uma discussão sobre os temas abordados e vivenciados anteriormente até o momento e mm seguida faremos um lanche.
Após o lanche seguiremos a trilha em direção ao ponto sul mais extremo da ilha, o Ponto 5. No Ponto 6 chegaremos ao local de maior elevação da ilha (18m nível do mar) onde encontra-se um morro de rocha magmática sólida, que divide o mar de dentro e o mar de fora. Conversaremos sobre a geologia do local, as rochas que compõe a ilha e os fenômenos que observamos ao longo do caminho.
A trilha segue, e no Ponto 7, faremos uma breve parada para observar o mar de fora (mar aberto) e os animais e plantas ai próximo. Pediremos aos alunos para que sigam com a observação de animais e plantas terrestres e quando chegarmos no Ponto 8 discutiremos sobre as espécies observadas até então sobre a fauna e flora terrestre da ilha.
Na ultima parada, Ponto 9, que já fica no norte mais extremo, aproveitaremos o mar protegido pela bancada de rocha magmática e coral, que conforma águas calmas e tomaremos um refrescante banho. Depois seguiremos caminho até o início da trilha – Ponto 1 e local de embarque/desembarque, completando o circuito e concluindo a atividade.

Ressalvas
A empresa Preserve a Natureza Tour é uma operadora de turismo credenciada e legalizada dentro dos padrões de segurança requisitados.
As suas embarcações estão dentro das normas de segurança e os marinheiros são credenciados.

 


Contextualização:
A ilha de Santo Aleixo é testemunha viva do início da história de invasão europeia ao território brasileiro.
O primeiro registro de aporte europeu à ilha foram dos espanhóis em 1527 que utilizaram o local como ponto de sobrevivência após naufragarem nas imediações.
Depois a região foi usada em 1531 como ponto estratégico de instalação francesa para a invasão do continente com intuito de coletar Pau Brasil.

Em 1610, o que hoje é Sirinhaém se tornará Vila Formosa de Sirinhaem e era povoada especialmente por portugueses, caetés e africanos (para além de brasileiros que surgiam desta miscigenação).
Este é o municipio no qual a Ilha de Santo Aleixo pertence e que era habitado anterior a chegada dos portugueses pelo seus legítimos donos os índios caetés.

A utilização da ilha de Santo Aleixo como ponto estratégico de instalação para ataques ao continente continuou e em 1687 foi a vez dos holandeses utilizarem da geografia da ilha.
Depois não houveram mais registros oficiais de invasão e ocupação da Ilha de Santo Aleixo por europeus.

Hoje a ilha é uma propriedade privada particular por meio de uma concessão pública com a união.
Faz parte da Área de Proteção Ambiental Guadalupe, zona de importante valor ecológico e ambiental, bem como é considerada como um Geossitio - área de importante valor geológico para o ambiente e região.
É uma ilha de características vulcânicas, com árvores de mangue e corais, que por conta de sua geografia e ambiente se torna ideal para prática da pesca, caiaque, mergulho e hiking.
Há 5 anos o turismo vem sendo praticado de maneira formal na Ilha de Santo Aleixo.

Nós da Mar de Selva apresentamos a ilha através de uma experiência natural e cultural para as pessoas. Inclusive possuímos uma proposta ecopedagógica para escolas.
Para @s ecoturistas nós promovemos uma vivência de sal, sol e cultura. Procuramos ir em dias onde a maré e clima possam apresentar a ilha em sua beleza mais plena.
A experiência consiste em darmos a volta a ilha através de um hiking (que durará do momento que pisarmos na ilha até o nosso retorno ao continente, dando em geral uma média de 4 a 5hrs de rôle) realizando paradas estratégicas para contemplação e desfrute de sua beleza (isso inclui snorkeling na piscina de coral e muito banho de mar), como também explanações sobre o ambiente, biologia, geologia e história da Ilha.
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Material necessário
Roupa de banho e tênis, mochila, protetor solar, toalha, sandália, roupas secas para a volta, água, lanche (não será servido almoço) e remédios de costume.

 

Serviços inclusos

Translado Porto ou Recife - Barra de Sirinhaém (Ida e volta);
Travessia Barra de Sirinhaém - Ilha de Santo Aleixo (Lancha rápida - Ida e volta);
Guia especializado;
Trilha (hiking) na ilha.
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Investimento

Valor Vivência + Transfer (Rec - Barra de Sirinhaém Ida/Volta): A partir de 150,00BRL (min. 4 pes.);
Valor Vivência S/ Transfer: A partir de 120,00,00BRL (min. 4 pes.).

Rodrigo Adrião

   

Rodrigo é de Recife, biólogo, mestre em ecologia e gestão ambiental, trabalhou boa parte de sua vida em projetos socio ambientais em ongs por Pernambuco (Recife, Sertão e agreste), Peru (amazônia peruana) e dedica-se há 15 anos a educação ambiental e 10 anos ao ecoturismo.
Rodrigo começou a viajar com 16 anos (anos 2000), pela Bahia, e nunca mais parou de seguir conhecendo os nossos "Brazis". Aos 19 (2003) viveu no sertão pernambucano trabalhando na ong CECOR.
Entre os 20 e 24 explorou boa parte do litoral nordestino, passou alguns meses viajando por "POA", "Floripa" e "Curita" (fazendo diversas trilhas como Barra da Lagoa - Mole, Naufragados,  Costa da Lagoa a remo, Lagoinha do Leste, Cume do Morro do Lampião, Lagoa do Peri; Entre varias outras na Ilha do Mel).
Aos 25 anos (2009) foi para o Norte do Brasil, mais especificamente Belem e Macapá, onde passou um mês e meio viajando e no final do ano voou para o Peru onde viveu um ano e meio trabalhando com biólogo em um projeto de ecoturismo na selva amazônica alta do Peru.
Neste ano iniciou no montanhismo. Virou auxiliar de guia local e coordenador do grupo de guias local das montanhas de San Roque de Cumbaza, Amazônia alta, Peru.
No Peru viajou bastante pela selva alta, um pouco pela selva baixa, pela Serra e foi para o litoral norte surfar. Pós temporada de trabalho peruana na ong CEPCO seguiu para o Ecuador, entre Guaiquil, Quito, Manta, San Lorenzo e Ayampe, para conhecer vilas de pescadores e parques nacionais.
Aos 28 (2012) viveu um ano e meio entre Lisboa e Carcavelos realizando seu mestrado. Lá conheceu um pouco do velho continente e teve a oportunidade de viajar por pequenas vilas e parques nacionais portugueses, espanhóis, franceses e ingleses. Realizou diversos hikings, trekkings e campings por esses lugares.
Aos 29 (2013) voltou para San Roque de Cumbaza, Peru, para coletar dados sobre sua dissertação de mestrado e lá ficou mais quase um ano trabalhando como consultor ecoturistico, guia local e biólogo de projetos socioambientais.
Aos 30 (2014) voltou para Recife para concluir sua dissertação de mestrado: “O ecoturismo em San Roque de Cumbaza, Peru. Uma experiência de conservação?" (Universidade de Lisboa, Portugal - http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/15427/1/ulfc107382_tm_rodrigo_adriao.pdf">), além de empreender e administrar o Hostel – Residence Inácio Monteiro, durante a copa do mundo de 2014.
No final do mesmo ano viajou para Lisboa, Portugal, para defender sua dissertação e se tornar mestre em ecologia e gestão ambiental, com ênfase em ecoturismo.
Aos 31 (2015) trabalhou no Centro Sabia, pelo agreste de pernambuco e aos 32 (2016) foi para Salvador realizar uma consultoria em educação para o UNICEF.
Com 33 anos (2017), com mais de uma década de dedicação a educação ambiental e quase 10 anos ao ecoturismo, decidiu investir no sonho de criar um espaço onde pudesse reunir e promover experiências ecoturisticas do Brasil e Peru, por onde transitou e vivenciou o ecoturismo, surgia o projeto da Mar de Selva ecosocial tour.
Aos 34 anos, em outurbo de 2018 depois de 2 anos dedicados ao "back stage" do projeto, conseguiu realizar o sonho de lançar ao mercado a Mar de Selva.
Hoje, Rodrigo é CEO e guia da Mar de Selva. lidera a empresa que atua em 7 estados do Brasil, 2 estados do Peru, oferta 26 experiências ecoturisticas e já foi reconhecida pela Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco (ALEPE) como entidade que preserva e defende o meio ambiente.
Desde então ele dedica-se integralmente ao ecoturismo, nos últimos 3 anos mergulhou deep neste universo:
Em 2017 Viajou pelo sul da Bahia e Parque Nacional de Ferando de Noronha onde realizou mergulhos de cilindros e realizou as trilhas da Costa da Esmeralda e Capim Açu.
Em 2018 publicou o Artigo: "Ecoturismo, conservação ambiental e desenvolvimento econômico em San Roque de Cumbaza, Peru" pela TURYDES - https://www.eumed.net/rev/turydes/24/ecoturismo-cumbaza.html. Escreveu alguns outros artigos para revistas de turismo de natureza. Viajou pela Serra da Mantiqueira onde realizou curtos hikings e participou do curso de primeiros socorros (APH/WFA) em áreas remotas com certificação internacional da American Safety and Health Institute;
E Viajou pela Chapada dos Veadeiros onde fez diversos hikings e Chapada da Diamantina onde realizou diversas travessias (Guiné - Vale do Pati - Vale do Capão - Lençois) totalizando mais de 75km de trekking.
Em 2019 Voltou a Serra da Mantiqueira para explorar o Parque Nacional do Itatiaia (PNI), Parque Nacional da Serra da Boicaina e Serra do Papagaio (MG). Participou do Curso de Meteorologia Basica para Montanhistas com Giovanni Dolif (INPE/CEMADEM). Viajou pelo Sertão do São Francisco para realizar hikings nos arredores de Paulo Afonos e Piranhas.
Ainda em 2019, com 1 ano de mercado, a Mar de Selva foi para o segundo ano do Yoga no Catimbau, consolidou experiências a nível estadual como: Descubra a Ilha de Santo Aleixo, Trilha ecopedagógica no Mangue e Travessia dos 3 cumes em Brejo da Madre Deus. Realizou o Reveillon Mar de Selva e Foi homenageada pela ALEPE.
Para além disto, Rodrigo é credenciado pela PADI como open water dive, possui carta de arrais amador, pratica surf, mergulho, pesca, hiking, trekking, pedal, natação, yoga e pilates. Procura ter consciência e responsabilidade sobre suas escolhas e vive uma vida ao ar livre.
www.facebook.com/MardeSelvaEcosocialtour
www.instagram.com/mar_de_selva
https://www.facebook.com/sorriso.adriao
www.linkedin.com/in/rodrigoadriao/  

Beto Mangue

Seu anfitrião será Beto Gaitero, local de Maracaipe e estudioso sobre o manguezal de Maracaípe. 

Beto é condutor ecoturistico bilingue no manguezal de Maracaípe há 11 anos.  Conhecedor da fauna e da flora do mangue e curioso sobre a hisrotira de ocupação populacional de Maracaípe. 

Por dois anos atuou como condutor ecoturistico, no mangue de Maracaípe, para a Zoea Adventures - empresa voltada para o turismo cientifico no manguezal de Maracaípe. Neste ambiente foi capacitado por um ecólogo e um doutor em biologia para dar a aula de campo no e sobre o mangue de Maracaípe. Nesta oportunidade conduziu cientistas e universitários da UFPE e estudantes do ensino Fundamental I e II da escola Joaquim Nabuco.  

Continuou trabalhando da mesma forma, por mais dois anos, para a empresa Apolo de ecoturismo e por um ano, como bia bilingue, na orintomatica da Finlândia para turistas filandeses. Desde de 2011, até os dias atuais, trabalha com a Brasil Eco Adventure com turistas dinamarqueses. 

Hoje em dia Beto esta a frente da Gaitero ecotour – operadora especializada em trilhas no mangue de Maracaípe.

Você viverá uma experiência de conexão intrínseca com o ambiente e seu “eu”;

Uma vivência, autêntica e exclusiva (para grupos pequenos e poucas pessoas), que estimula a consciência socioambiental e a transformação pessoal e social;

Tudo elaborado junto a comunidade local (nossos parceiros) garantindo o protagonismo da comunidade, o impulso ao Turismo de Base Comunitária, o desenvolvimento da economia e da qualidade de vida de forma sustentável;

Você será conduzido de forma segura por guias locais, experientes e preparados, que conhecem o local;

Nós consumiremos produtos (de preferência orgânico e agroecológico) e serviços locais. Respeitaremos a capacidade de carga e pegada ecológica do ambiente (Tudo que levamos trazemos de volta, promovemos assim uma experiência de baixo impacto ambiental e de grande consciência ecológica);

Somos parceiros dos projetos socioambientais em nossos destinos;

Promovemos deslocamentos verdes através das “caronas solidárias” e Turismo Co2 Legal.

 

Sua viagem uma experiência. Nosso trabalho uma missão.